Como Pedir o Número de IVA ao Teu Cliente Europeu (e Não Pagar IVA Desnecessário)
Se prestares serviços B2B a empresas da UE, precisas do número de IVA europeu delas. Sem ele, tens de cobrar IVA português. Com ele, aplica-se a autoliquidação.
Tudo o que precisa saber sobre faturação, IVA e Segurança Social em Portugal.
Precisas de ajuda num projecto? Podes contratar outro freelancer. O recibo verde dele é a tua despesa — simples, legal, dedutível.
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Se prestares serviços B2B a empresas da UE, precisas do número de IVA europeu delas. Sem ele, tens de cobrar IVA português. Com ele, aplica-se a autoliquidação.
Valor errado, taxa de IVA errada, um trabalho cancelado — acontece a toda a gente. A boa notícia: existe um mecanismo legal simples que anula o erro em minutos.
No regime simplificado, podes deduzir despesas reais em vez do coeficiente automático de 75%. O FIZ ajuda-te a registar e a perceber quando compensa.
A declaração de IVA chega quatro vezes por ano. Com o FIZ é automática — calcula, preenche e submete sem teres de fazer nada.
Toda a gente fala do primeiro cliente como o momento em que a liberdade começa. Mas quem já passou pela experiência sabe que o verdadeiro começo é outro.
No regime normal de IVA, faturar empresas noutros países da UE obriga à declaração recapitulativa. A maioria dos freelancers não sabe. O FIZ faz isso automaticamente.
A declaração trimestral à SS pode demorar 2-3 horas manualmente. Com o FIZ são 10 minutos — e com o plano Auto nem precisas de fazer nada.
Mudaste para Portugal e queres trabalhar como freelancer? O processo é o mesmo para todos — mas começa com o NIF. Aqui está o roteiro completo.